A partir de 1º de julho de 2024, o icônico Monte Fuji, no Japão, implementou novas medidas para gerenciar o fluxo de turistas e minimizar o impacto ambiental. A principal mudança é a cobrança de uma taxa de entrada de 2.000 ienes (cerca de R$ 70) para todos os visitantes que desejam escalar a montanha pela trilha Yoshida, a mais popular entre os alpinistas.
Além disso, foi estabelecido um limite diário de 4.000 visitantes, com a possibilidade de reservar ingressos online ou no local. As novas medidas visam combater o turismo excessivo, que vem causando danos à natureza e à experiência dos visitantes.
Em 2019, o Monte Fuji recebeu cerca de 5 milhões de visitantes, um número que quase dobrou desde o início da década. Esse aumento expressivo gerou problemas como:
Para complementar as medidas de controle de acesso, outras ações estão sendo tomadas, como:
As novas medidas geraram reações mistas. Alguns consideram a taxa de entrada excessivamente alta, enquanto outros apoiam a iniciativa, reconhecendo a necessidade de proteger o Monte Fuji para as futuras gerações. O tempo dirá se as medidas serão eficazes em alcançar o equilíbrio entre a preservação ambiental e a viabilidade do turismo na região.
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